sábado, 22 de dezembro de 2012

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

                                /Sentindo muito em pouco tempo./

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Estou mais sozinha do que junto. Andando pelo centro da cidade, correndo de medo, fugindo da sombra, procurando cair na real.
É durante isso que você percebe que passou cinco anos de sua vida bem, profundamente tranquila e amortecida em relação a sua ferida. De repente uma ligação, o tremor, as lágrimas e a tranquilidade no chão. A dor da surpresa, a perseguição que se seguirá no dia seguinte e a solidão em sua casa te fazem querer desabar, fugir ou simplesmente dormir no terminal.
Não é real, é só medo, é só que eu não sei ...

domingo, 26 de fevereiro de 2012

Porque o verão nunca acaba em mim, sempre há um calorzinho no coração.

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Mas o verão começou tem cinco dias e a essa agonia já se enraíza em mim.
Oh Ismália, doce Ismália.
Agora te entendo e por isso te aguardo.
Te quero no chá das cinco.
Temos assuntos à tratar e a nossa vida para criar!

sábado, 10 de dezembro de 2011

Ando aonde onda

a onda passou
andando voou
caindo subiu
e na mar se abriu

a onda ontem
antiga de hoje
almejando o amanhã
arrebentando se foi
e indo ficou.

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

As Batatas

Eu comia mais batatas quando o Gustavo morava aqui no Brasil, afinal, eu gostava mais de comer batatas. Além de batatas serem boas para cicatrização, como minha mãe sempre diz, as batatas faziam parte dos nossos costumes, na verdade, comer batatas era uma atividade que eu e ele realizávamos em todos os churrascos. Eu me empolgava em comer batatas só pelo simples fato de ele tomar a iniciativa de comê-las. Fazem 4 anos que o Gustavo não mora aqui, mas só hoje me dei conta de que não como mais batatas com tanta frequência e que quando as como, não é como antes. Não teve churrasco hoje, nem falei com o Gustavo essa semana, simplesmente lembrei-me do fato e me deixei filosofar com a constatação. Dizem que as comidas mudam, que elas tem se tornado mais artificiais desde os nossos churrascos com o Gustavo, não que esse seja o caso da batata. Mas sendo saudável ou não, eu gostava de comer batatas e sinto saudades disso!

''É engraçado. A gente nunca devia contar nada a ninguém. Mal acaba de contar, a gente começa a sentir saudade de todo mundo.'' O Apanhador no Campo de Centeio; J. D. Salinger