sexta-feira, 20 de abril de 2012

Estou mais sozinha do que junto. Andando pelo centro da cidade, correndo de medo, fugindo da sombra, procurando cair na real.
É durante isso que você percebe que passou cinco anos de sua vida bem, profundamente tranquila e amortecida em relação a sua ferida. De repente uma ligação, o tremor, as lágrimas e a tranquilidade no chão. A dor da surpresa, a perseguição que se seguirá no dia seguinte e a solidão em sua casa te fazem querer desabar, fugir ou simplesmente dormir no terminal.
Não é real, é só medo, é só que eu não sei ...