quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Mas o verão começou tem cinco dias e a essa agonia já se enraíza em mim.
Oh Ismália, doce Ismália.
Agora te entendo e por isso te aguardo.
Te quero no chá das cinco.
Temos assuntos à tratar e a nossa vida para criar!

sábado, 10 de dezembro de 2011

Ando aonde onda

a onda passou
andando voou
caindo subiu
e na mar se abriu

a onda ontem
antiga de hoje
almejando o amanhã
arrebentando se foi
e indo ficou.

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

As Batatas

Eu comia mais batatas quando o Gustavo morava aqui no Brasil, afinal, eu gostava mais de comer batatas. Além de batatas serem boas para cicatrização, como minha mãe sempre diz, as batatas faziam parte dos nossos costumes, na verdade, comer batatas era uma atividade que eu e ele realizávamos em todos os churrascos. Eu me empolgava em comer batatas só pelo simples fato de ele tomar a iniciativa de comê-las. Fazem 4 anos que o Gustavo não mora aqui, mas só hoje me dei conta de que não como mais batatas com tanta frequência e que quando as como, não é como antes. Não teve churrasco hoje, nem falei com o Gustavo essa semana, simplesmente lembrei-me do fato e me deixei filosofar com a constatação. Dizem que as comidas mudam, que elas tem se tornado mais artificiais desde os nossos churrascos com o Gustavo, não que esse seja o caso da batata. Mas sendo saudável ou não, eu gostava de comer batatas e sinto saudades disso!

''É engraçado. A gente nunca devia contar nada a ninguém. Mal acaba de contar, a gente começa a sentir saudade de todo mundo.'' O Apanhador no Campo de Centeio; J. D. Salinger

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

O mundo não dá sossego,
É tudo te atingindo ao mesmo tempo,
Sem pausa, sem solução aparente,
Seja direta ou indiretamente,
O caos está sempre presente...
E eu poderia ficar louca com isso tudo.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Poeminho

Fiz um poeminho
Já faz tempo

Fiz pra você
Estava guardadinho
Resolvi mostrar
Mas continua o mesmo

O poeminho que sinto de você em mim.

Ruca Souza

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Eu queria poder entender o que se passa na minha mente antes de tentar entender o que se passa na mente dos outros.
Gustavo Tarciso

sábado, 6 de agosto de 2011

Fiz poesia da minha alegria
Fiz de você o meu dia a dia
Mudei cabelo e vestidos
Abandonei retratos e comprimidos
Nadei no seu oceano de lágrimas
E resgatei em você a minha dádiva.

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Sou aquele conjunto de frases da literatura modernista que relata o amor,
E num romance qualquer te faz nostalgia.

Sou a música chorando as dores,
Que por um instante muda o seu mundo.

Sou o último suspiro depois de uma madrugada de farras,
Descansando sobre o lençol toda a alvorada.

Sou o olho vermelho de tanto tentar
E por vezes saber que nada vai mudar.

Mais que ser,
Mudarei, fazer.

O cliché do romantismo, o inacabado vivo
Num suspiro me faço amor, num suspiro te trago, flor.

sábado, 25 de junho de 2011

Hoje senti uma forte vontade de voltar a usar o blog, e por incrível que pareça, por causas diferentes, por motivo nenhum. Não tenho mais o objetivo de escrever textos para quem eu gostava na doce ilusão de que algum dia ele leria e gostasse da ideia, na verdade, ele não gostaria. Mas não importa, isso é passado. Só espero que essa estranha vontade me inspire e permita que eu expresse o que eu tenha vontade de uma forma melhor do que em qualquer texto que eu tenha escrito.