Dentro dela há lembranças. Momentos, sensações e sentimentos um dia compartilhados com alguém. Um fio de cabelo, um anel jogado. Uma folha, vários formatos e muitas recordações.
E vem traiçoeiro o medo de enfrentar, reviver as emoções, sentir saudade. Ela mantém a devida distância da chave. Mal sabe a moça, que tudo está nela mesma, que aquilo é ela, que é disso que as pessoas são feitas. A chave é um portal para o eu, é o caminho para encontrar-se. A união do real com o surreal. Uma viagem, o transporte, a saída. A junção do ontem, do agora, a visão do amanhã. A ligação de vidas, a realização. Algo eterno. Por mais que queiram e desejem, não se apagará. Não há morte. E imploram para não existir. Entre soluços e apelos. Entre promessas e desespero. Nada vai mudar.
E vem traiçoeiro o medo de enfrentar, reviver as emoções, sentir saudade. Ela mantém a devida distância da chave. Mal sabe a moça, que tudo está nela mesma, que aquilo é ela, que é disso que as pessoas são feitas. A chave é um portal para o eu, é o caminho para encontrar-se. A união do real com o surreal. Uma viagem, o transporte, a saída. A junção do ontem, do agora, a visão do amanhã. A ligação de vidas, a realização. Algo eterno. Por mais que queiram e desejem, não se apagará. Não há morte. E imploram para não existir. Entre soluços e apelos. Entre promessas e desespero. Nada vai mudar.
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